segunda-feira, 22 de outubro de 2012

MARINA BRANCA VÁLIO FRANÇA.

Faleceu no dia 20 de outubro de 2.012, às 07:30 horas, em São Miguel Arcanjo.
Contando com 87 anos de idade, era filha do Major Luiz Válio e de Cirila Nogueira Válio.
Viúva de Nestor França, deixou os filhos: Maria Inês, Maria Regina, Nestor Júnior, Maria de Fátima e Maria Salete, e um punhado de netos e afilhados.
O sepultamento ocorreu no dia seguinte, às 8:30 horas, no Cemitério São João Batista, em São Miguel Arcanjo.

FRANCISCO DE ASSIS VÁLIO

Faleceu no dia 17 de outubro de 2.012, às 19 horas, em São Miguel Arcanjo.
Contando com 82 anos de idade, era filho de Aristeu Válio e Lucila Silva Válio.
Casado com Helena Rocco Válio, tiveram dois filhos: a já saudosa Telma e Francisco Carlos, conhecido por Franco Carlos.
Era proprietário do Restaurante Dom Francisco, à Rua Júlio Prestes e, por muito tempo atuou como músico na Banda da Corporação Musical Lira Sãomiguelense.
O sepultamento foi realizado no dia seguinte, às 13:30 horas no Cemitério São João Batista, em São Miguel Arcanjo.
A família Válio, constrita pela perda desse ente querido, só pede a Deus que lhe dê forças para continuar no caminho da fé.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

RABUGICES DE UM VELHO


O doutor Anselmo já estava marchando na casa dos setenta nos e conservava ainda o seu gênio extremamente alterado.
A constituição de seu corpo já era bastante nervosa e débil, motivo porque os seus clientes não mais se utilizavam de sua ciência médica.
Não tendo o que fazer, passava o bom velho, quase todos os dias, algumas horas debaixo das árvores do jardim, onde gozava momentos de alegria, recordando-se dos belos tempos da mocidade, em que muito se divertira.
Um dia, quando se achava todo imerso nessas vagas recordações, sentiu-se tocar de leve nos ombros e ao mesmo tempo ouviu uma voz que lhe disse:
- Oh!, doutor, sabe de uma coisa?...
O velhito que não costumava receber visitas no jardim quase foi acometido de uma síncope pelo medo que tomou; porém, dirigindo o olhar para o lado do interlocutor, pode conhecer distintamente um rapaz alegre e simpático, que havia sido seu discípulo e a quem muitas vezes puxara as orelhas.
Então, com tremeliques na voz, interrogou:
- Oh! Sílvio, que deseja contar-me? Alguma notícia boa?
- Ótima, doutor...
- O que é então?...
- Eu vou...
- Fala sem receio, menino...
- Doutor, eu vou ca... sar-me!
- Vaes casar! Oh! Seu grandíssimo besta! Então é essa a ótima notícia? Pois ainda ninguém te contou o que é o casamento? Escuta lá: o casamento é uma espécie de corda, onde os desprotegidos da sorte vão procurar os meios de acabar com a vida! A mulher, isto é natural, enche uma casa de filhos e, para sustentar esses "bebês", o "papá" carece trabalhar como um burro... Estás fazendo caretas? Vem cá. Escuta-me. Temos outras consequências: se a mulher é bonita...hum!... O marido precisa andar de binóculo! Se é feia... Jesus, que vida atrapalhada!?! Menino, quem tem juízo não casa e mesmo nem pensar nisso deve!
O pobre rapaz não pode pronunciar uma frase e o velho prosseguiu:
- Olha, Sílvio, os discípulos sempre devem seguir os exemplos dos mestres. Eu nunca quis casar-me e disso não tenho arrependimento, porque diverti-me muito! Corri diversos países do mundo, como sejam a França, a Itália, a Inglaterra, etc., etc., e não tinha que dar satisfações a ninguém, nem pensar em mulher, filhos, ou coisas que se assemelhem. Enfim, se ainda me quisessem casar com uma mocinha (bonita, já se sabe), de seus vinte e cinco anos, eu recusaria!
- Ora, doutor, isso é impossível!
- Não é impossível, Sílvio, eu já estou velho e ...
- Mas... se, por exemplo, eu lhe apresentasse uma rapariguinha bonita, engraçada, etc. e tal pontinhos, que lhe quisesse por esposo, nesse caso o meu bom mestre não recusaria!?!...
O velhito, erguendo-se repentinamente, deu um coice no banco, esticou a corcunda e, depois de limpar cautelosamente os pulmões, todo satisfeito, exclamou:
- Homem!... Como já me diverti muito nos tempos da mocidade, se com efeito achasse uma jovem de seus vinte e cinco anos - sempre daí para menos, bem entendido, eu...
- Casaria, provavelmente, obtemperou Sílvio, no auge da satisfação por ter vencido aquele obstáculo, a princípio tão possante.
- Arriscaria casar-me, disse o doutor, soltando uma gargalhada rouca e amarela.
Daí a quinze dias, Sílvio levara ao lado o velho mestre, como testemunha de seu casamento e - fatalidade - passado um mês, o doutor Anselmo, acometido de não sei que enfermidade, foi unir-se a sua esposa ideal, nas duras e sombrias regiões de um túmulo.
Sílvio derramou muitas lágrimas sobre o féretro do finado.

Este texto foi extraído do jornal "O Democrata", de Capão Bonito do Paranapanema, de novembro de 1.901, escrito por L., de São Miguel Arcanjo.
L. era um dos pseudônimos do Major Luiz Válio, meu avô, então com apenas 21 anos de idade; nesse ano, vereador pela primeira vez.



sexta-feira, 24 de agosto de 2012

EMEI MARIA TEREZINHA VÁLIO ELIAS





Esta é a EMEI-Escola Municipal de Educação Infantil - Profa. Maria Terezinha Válio Elias, na rua Izaar Dib, 317, no Jardim Mesquita, em Itapetininga. A EMEI, tem capacidade para atender 120 alunos. A área construída é de 1.773,56m².


segunda-feira, 30 de julho de 2012

LÚCIA IORIO VALIO


Faleceu no mês de maio de 1.962, em Maringá, com 70 anos de idade.
Era viúva. 
Seu corpo foi trasladado para Campinas, onde foi sepultado. 





terça-feira, 12 de junho de 2012

CELSO VÁLIO


Celso Válio foi prefeito de Carapicuiba no ano de 1.982.
Professor e advogado, era casado com Leonor Gomes.
Leonor Gomes era filha de Leonor Simões Gomes, que morreu em Itapetininga com 87 anos de idade no mês de abril de 2.004.
Leonor Simões era proprietária da antiga Empresa Intermunicipal de Ônibus São Jorge.
Durante meio século, esta senhora sogra de Celso manteve a centenária Corporação Musical Nossa Senhora do Rosário, de Itapetininga. Casada com Arthur Gomes, teve duas filhas: Leonor Gomes Válio e Dina Gomes Barros, esta casada com Heitor Barros, médico.

ANNA VALIO FRANCISCO




O rapaz da foto deve ser neto ou sobrinho-neto de Anna Válio Francisco, filha de Guilherme Válio e Giovanna Cicaglioni.
Quando Anna faleceu, em dezembro de 1.997, contava com 86 anos de idade e já era viúva de José Francisco.
Só deixaram uma filha, a Diva.
Anna foi enterrada no Cemitério do Araçá, em São Paulo.