segunda-feira, 10 de junho de 2013

NASCEU RAMON, O MAIS NOVO MEMBRO DA FAMÍLIA VALIO DE SÃO MIGUEL ARCANJO

A confissão de amor da mamãe

O PRIMEIRO SORRISO DO RAMON



No colo da tia-avó Lurdes


No colo da mamãe Thaís Valio

A mamãe escreveu na parede este pensamento


O cuidado da mamãe; ajeitando para o tio Thales tirar uma fotografia
O Berço do Ramon

Que Deus proteja o Ramon.




A mamãe Thaís Valio e o tio Thales

No colo da mamãe

segunda-feira, 27 de maio de 2013

FRANCISCO VALIO TOCAVA CONTRA-BAIXO.

O Plangente som da “Santa Cecília”
- Alberto Isaac -
A música, divina música, era ouvida através das inesquecíveis ondas do patrimônio da cidade, a PRD-9, Difusora local, naqueles conturbados anos de 1940, época marcada pelo conflito da 2ª Guerra Mundial. A estação de rádio, adquirida pelos cidadãos Bartolomeu Rossi e João Simões, havia sido inaugurada recentemente, premiando Itapetininga e região com programas que satisfaziam a qualquer classe social. Esportes, jornalismo, religião, musicais, educação, sertanejo, literário, e atrações apresentadas em seu auditório, como rádio-novela, calouros, estudantis e até espetáculos circenses. Considerada como uma “Rádio Nacional” do Rio de Janeiro constituía-se uma das líderes do interior de S. Paulo.
Mas, na grade de suas atrações, destacava-se a impecável e deslumbrante Orquestra Sinfônica Santa Cecília, formada e regida pelo ínclito e competente professor maestro Durvalino da Costa e Silva, conhecido e admirado em todo território paulista. Essa Grande Orquestra Sinfônica foi o resultado magnífico do incansável trabalho de idealismo do ilustrado professor Durvalino – residente então na Rua Saldanha Marinho. Ele conseguiu organizar com o auxílio de verdadeiros artistas, moradores nesta cidade, uma das maiores exponenciais musicais do interior do Estado de S. Paulo, tornando-se orgulho e honra para Itapetininga, assim como a sua Escola Normal “Peixoto Gomide”.
A Grande Orquestra Sinfônica Sta. Cecília era formada pelos músicos que nada recebiam pelo seu trabalho: D. Filhinha Marcondes Ramos, piano; professora Rosália Castro Picchi, Briano, Arnaldo de Almeida Morais, José Ferrari, Juventino Bicudo, Rafael Pascoal, Joaquim Pinto e Margarida Leonel, violinos; prof. Francisco Válio e Joaquim Picchi contra-baixo; Waldemar Lucchesi, violoncelo; João Bueno de Oliveira e Eduardo Morais, flautas; Pascoal Talarico e Eugênio Dias Batista Gonçalves, clarinetas; Benedito Pompeu de Jesus e Argemiro Dias Gonçalves, pistões; Pedro de Oliveira, oboé; Aristeu Rosa e Demétrio da Costa e Silva, trompas; José Pedro de Oliveira e Idalino Franci, trombones e Oscar Franci, bateria. “Toda essa plêiade sob a batuta do professor Durvalino, um abnegado maestro, artista consagrado nos meios musicais de S. Paulo. O professor Durvalino também esteve durante muitos anos à frente da tradicional Banda N. S. do Rosário, uma das mais conhecidas da região, sendo a corporação sobrevivido praticamente com recursos financeiros do próprio maestro. Apresentando-se periodicamente no auditório da PRD-9, além de clubes locais e cidades do Estado, a Sinfônica executava peças musicais clássicas e populares como, entre outras, Britaneous-Ouverture de A. Scassola; Sonho de Valsa – Valsa da Opereta de Oscar Strauss; Ave-Maria de Pietro Mascagni; Imortal – Grande Valsa de Strauss, Trecho Imitativo de Vicenzo Billi; Poéte e Paysan, (o poeta e o aldeão) – Ouverture de Von-Suppé. Isto sem falar dos clássicos brasileiros como Canta Brasil, Tico-Tico no fubá; Cidade Maravilhosa; Aquarela do Brasil; Carinhoso; etc.
A música, a mais divina das artes – por isso mesmo que imaterial – apenas pressentida pela emoção, teve, com a Grande Orquestra Sinfônica de Itapetininga, o mundo vasto de harmonias inéditas, de sons infinitos, de que se poderia utilizar para criações extraordinárias dessas que deram imortalidade a Beethoven, Chopin, Liszt, Schubert, Bach e outros tantos.


A Orquestra Sinfônica Santa Cecília, embora de pouca existência, mas consagrada para sempre, constituiu uma láurea para Itapetininga que se consagrava como verdadeira Terra da Cultura. “Marcante foi sua trajetória naqueles anos dourados, cuja música de alto padrão ainda ressoa no silêncio das noites itapetininganas”, afirma sempre a professora Hélia Jordão Suardi, catedrática de música e que lecionou no Conservatório Musical Carlos de Campos, de Tatuí.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

sexta-feira, 29 de março de 2013

MAIS DESCENDÊNCIA VALIO


Com Tio Zé, Therezinha Aparecida Válio Corrêa, Ricardo Valio, Jairo Valio, Andrea Valio, Benedito Valio, Vô Didi, Maristela Moreira Valio Moreira Valio, Fábio Válio de Camargo, Vó Thereza, Tia Maria, Gabriel Valio Neto "4ever" e Helia.


DESCENDÊNCIA VALIO



Gabriel Valio, o primeiro da direita.



Marcos Valio



Marcos Valio e o pai Adelino



Adriana Valio - no centro



Tereza Valio e Adriana



Adriana Valio e esposo Roney Gustavo Maciel 



Cristiane dos Reis Valio




Roberta Valio, no centro.



Tereza Luiza Valio e filhos



Sílvio Henrique Valio



Stefano Torres Valio



À direita, Mara Torres Valio e Luis Cláudio Valio



À direita, Rachel Valio



Ricardo Valio é casado com Andrea Valio - abaixo.
Moram em Sorocaba.




O casal Ricardo e Andrea Valio


segunda-feira, 18 de março de 2013

DE WALTER RODRIGUES FILHO:




Tenho muitos amigos petistas e ex-petistas. Apoiei muitos políticos do PT e me relaciono com eles diuturnamente.
Isso nada tem a ver com o que passo a discorrer adiante.
O PT foi criado sob a inspiração de que a classe trabalhadora deveria ter voz ativa na política nacional.
Lá nos idos dos anos 70, Lula, operário e sindicalista foi escolhido por suas qualificações para liderar esse movimento que resultou na fundação do PT – Partido dos Trabalhadores.
O PT inspirou muita gente, deu coragem a outras tantas, deu alento e esperança a uma grande massa da população que era esquecida de forma recorrente pelos Governantes, ocupantes episódicos do poder extravagante da Administração Pública.
O PT perseverou e conquistou muito poder em sua caminhada para o Planalto.
O PT não dominava as estruturas financiadoras tradicionais e só chegou ao Poder com o poder da SALIVA, discursando o bom discurso.
Assim foram eleitos as principais lideranças do Partido dos Trabalhadores.
Até chegar ao Planalto.

Quando chegou ao Planalto, Lula muito fez pelo Povo, mesmo que tenha “surfado” as águas de Fernando Henrique, isso pouco importa pois o que estamos aqui enfocando é a conduta certa e não suas fontes inspiradoras (de FHC).

O PT sempre foi um partido com poucos quadros aptos a ocupar a administração pública e isso sempre foi uma preocupação do PT. O partido sempre imprimou esforço para capacitar quadros, para identificar pessoas aptas e que se identificavam ideologicamente com o programa partidário.

Mas daí aconteceu…

Aconteceu o que eu sempre escrevi que aconteceria: – muita gente ali dentro do PT esqueceu o discurso e começou a usar do mesmo instrumental odioso para se perpetuar no poder.

Começaram por “aparelhar” a administração pública em todos os níveis. TODOS! Pouco importava o mérito ou aptidão técnica para o desempenho da função, o que importava era se a pessoa usava ou não o “botton” do partido.

Ou seja, o PT se perdeu, se lambusou com o Poder e resolveu apelar para as práticas, justamente aquelas, que sempre repudiou e que sempre manifestou em seu discurso.

Lula foi herói e foi vítima do próprio PT. Foi herói quando enfrentou a dureza em seus primeiros momentos e foi vítima quando acabou por se sujeitar ao “esquemão”. Pouco importa se ele sabia ou não sabia dos desmandos e se é vítima ciente ou inconsciente. O que importa é que o PT criou e está matando o seu maior símbolo, o maior e mais expressivo de seus representantes: – o Presidente Lula.

Se o PT não tomar “tento” e perceber que seu declínio é uma realidade e assim mesmo não repensar seu discurso e suas práticas, acabará por ser mais um dentre tantos partidos sem identidade, sem contornos e sempre reféns do Governo de plantão.

O julgamento do Mensalão marca esse momento e insto meus amigos, parceiros e demais simpatizantes do PT a refletir profundamente sobre o momento e o futuro.

Tudo isso visando um Brasil melhor e mais maduro politicamente.

Compartilhe isso:


DE WALTER RODRIGUES FILHO



Se você coloca um sapo numa panela de água fria e vai esquentando aos poucos a água, o sapo não pula fora mas morre cozido depois de algum tempo. 
O calorzinho crescente tem o efeito de ir entorpecendo o bicho e ele perde a noção do que está acontecendo e acaba cozido…em silêncio.
Já se você pega um sapo e joga dentro de uma panela de água fervendo o bicho vai pular que nem que nem e vai acabar saindo da panela, meio chamuscado mas vivo e arisco.
Nossa situação no Brasil de hoje, com o Estado Vampiro, a coisa é parecida: – a cada absurdo que vemos os agentes públicos fazerem falamos a nós mesmos que aquilo não é possível que esteja acontecendo e que algo vai estancar a coisa antes que ela avance mais.
E a coisa vai avançando mais e mais…até o dia que a gente “cozinhou” e já não pode mais fazer nada.
Temos que reagir a todo e qualquer abuso de autoridade dos agentes públicos que se esquecem que exercem função e que devem SERVIR à Nação e não serem servidos por nós cidadãos e contribuintes. 
Toda vez que ficamos inertes diante do abuso e do desvio de poder estamos sendo devidamente “cozinhados” em banho maria…