segunda-feira, 8 de julho de 2013

domingo, 7 de julho de 2013

JULIANO VENTURELLI




Amigos de Capão Bonito!
Agradeço a todos o carinho com que estão nos recebendo em seus lares, está muito bom fazer campanha, pois além da hospitalidade e gentileza típica dos capãobonitenses temos as melhores propostas e certeza do que podemos fazer e onde podemos chegar!
Agradeço também pela gentileza e carinho com que a CARAVANA 22 é recebida em toda parte do município, isto se deve também ao grande trabalho do prefeito Júlio Fernando, por ele ter honrado os mais de 14 mil votos recebidos na última eleição!
Muito obrigado Prefeito!
Muito obrigado Capão Bonito!
- de quando candidato a vereador - 



Juliano Benedito Venturelli Dias tem 33 anos, é casado há 12 anos com Carla Fonseca e pai de 2 filhas: Taiara e Maria Eduarda.


Juliano Venturelli é filho de Maria Teresa e do professor Bibe (Waldemar, foto acima) que foi Secretário Municipal de Assistência Social de 2001 a 2002.
Maria Teresa é bisneta do Major Luiz Válio.



Juliano Venturelli é neto do saudoso farmacêutico e político Orlando Venturelli ( foto acima) que exerceu por vários mandatos o cargo de vereador e Presidente da Câmara Municipal de Capão Bonito.




Juliano Venturelli é sobrinho-neto do saudoso Prefeito Dr. Raul Venturelli, médico e prefeito de Capão Bonito de 1960 a 1962.
Tem em sua família os exemplos de honestidade, ética, compromisso social e religiosidade, exemplos estes que levará por toda vida.
Juliano Venturelli iniciou sua militância política no PSDB em 2.000 e desde então esteve sempre acompanhando grandes nomes como Roberto Tamura, Hélio de Souza, Júlio Fernando, Pannunzio, Evandro Losacco, Geraldo Alckmin, José Serra, Fernando Henrique Cardoso, Mário Covas, etc. 
Trabalhou por vários anos com os jovens de Capão Bonito como Educador Social do Programa Geração, auxiliando mais de 800 jovens em sua formação pessoal e social. 
Atualmente trabalha no Centro Paula Souza.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

NASCEU RAMON, O MAIS NOVO MEMBRO DA FAMÍLIA VALIO DE SÃO MIGUEL ARCANJO

A confissão de amor da mamãe

O PRIMEIRO SORRISO DO RAMON



No colo da tia-avó Lurdes


No colo da mamãe Thaís Valio

A mamãe escreveu na parede este pensamento


O cuidado da mamãe; ajeitando para o tio Thales tirar uma fotografia
O Berço do Ramon

Que Deus proteja o Ramon.




A mamãe Thaís Valio e o tio Thales

No colo da mamãe

segunda-feira, 27 de maio de 2013

FRANCISCO VALIO TOCAVA CONTRA-BAIXO.

O Plangente som da “Santa Cecília”
- Alberto Isaac -
A música, divina música, era ouvida através das inesquecíveis ondas do patrimônio da cidade, a PRD-9, Difusora local, naqueles conturbados anos de 1940, época marcada pelo conflito da 2ª Guerra Mundial. A estação de rádio, adquirida pelos cidadãos Bartolomeu Rossi e João Simões, havia sido inaugurada recentemente, premiando Itapetininga e região com programas que satisfaziam a qualquer classe social. Esportes, jornalismo, religião, musicais, educação, sertanejo, literário, e atrações apresentadas em seu auditório, como rádio-novela, calouros, estudantis e até espetáculos circenses. Considerada como uma “Rádio Nacional” do Rio de Janeiro constituía-se uma das líderes do interior de S. Paulo.
Mas, na grade de suas atrações, destacava-se a impecável e deslumbrante Orquestra Sinfônica Santa Cecília, formada e regida pelo ínclito e competente professor maestro Durvalino da Costa e Silva, conhecido e admirado em todo território paulista. Essa Grande Orquestra Sinfônica foi o resultado magnífico do incansável trabalho de idealismo do ilustrado professor Durvalino – residente então na Rua Saldanha Marinho. Ele conseguiu organizar com o auxílio de verdadeiros artistas, moradores nesta cidade, uma das maiores exponenciais musicais do interior do Estado de S. Paulo, tornando-se orgulho e honra para Itapetininga, assim como a sua Escola Normal “Peixoto Gomide”.
A Grande Orquestra Sinfônica Sta. Cecília era formada pelos músicos que nada recebiam pelo seu trabalho: D. Filhinha Marcondes Ramos, piano; professora Rosália Castro Picchi, Briano, Arnaldo de Almeida Morais, José Ferrari, Juventino Bicudo, Rafael Pascoal, Joaquim Pinto e Margarida Leonel, violinos; prof. Francisco Válio e Joaquim Picchi contra-baixo; Waldemar Lucchesi, violoncelo; João Bueno de Oliveira e Eduardo Morais, flautas; Pascoal Talarico e Eugênio Dias Batista Gonçalves, clarinetas; Benedito Pompeu de Jesus e Argemiro Dias Gonçalves, pistões; Pedro de Oliveira, oboé; Aristeu Rosa e Demétrio da Costa e Silva, trompas; José Pedro de Oliveira e Idalino Franci, trombones e Oscar Franci, bateria. “Toda essa plêiade sob a batuta do professor Durvalino, um abnegado maestro, artista consagrado nos meios musicais de S. Paulo. O professor Durvalino também esteve durante muitos anos à frente da tradicional Banda N. S. do Rosário, uma das mais conhecidas da região, sendo a corporação sobrevivido praticamente com recursos financeiros do próprio maestro. Apresentando-se periodicamente no auditório da PRD-9, além de clubes locais e cidades do Estado, a Sinfônica executava peças musicais clássicas e populares como, entre outras, Britaneous-Ouverture de A. Scassola; Sonho de Valsa – Valsa da Opereta de Oscar Strauss; Ave-Maria de Pietro Mascagni; Imortal – Grande Valsa de Strauss, Trecho Imitativo de Vicenzo Billi; Poéte e Paysan, (o poeta e o aldeão) – Ouverture de Von-Suppé. Isto sem falar dos clássicos brasileiros como Canta Brasil, Tico-Tico no fubá; Cidade Maravilhosa; Aquarela do Brasil; Carinhoso; etc.
A música, a mais divina das artes – por isso mesmo que imaterial – apenas pressentida pela emoção, teve, com a Grande Orquestra Sinfônica de Itapetininga, o mundo vasto de harmonias inéditas, de sons infinitos, de que se poderia utilizar para criações extraordinárias dessas que deram imortalidade a Beethoven, Chopin, Liszt, Schubert, Bach e outros tantos.


A Orquestra Sinfônica Santa Cecília, embora de pouca existência, mas consagrada para sempre, constituiu uma láurea para Itapetininga que se consagrava como verdadeira Terra da Cultura. “Marcante foi sua trajetória naqueles anos dourados, cuja música de alto padrão ainda ressoa no silêncio das noites itapetininganas”, afirma sempre a professora Hélia Jordão Suardi, catedrática de música e que lecionou no Conservatório Musical Carlos de Campos, de Tatuí.

quarta-feira, 17 de abril de 2013